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Osteoporose: como se prevenir

Postado por: | 25/03/19 - às 17:00

A doença que ataca os ossos é um problema para homens e mulheres, atingindo principalmente os que chegam a melhor idade   Apesar de ser […]

alimentos ricos em cálcio

A doença que ataca os ossos é um problema para homens e mulheres, atingindo principalmente os que chegam a melhor idade

 

Apesar de ser uma doença que afeta mais as mulheres, os homens também precisam ficar atentos aos cuidados necessários para evitar consequências alarmantes decorrentes da condição óssea. Mas você sabe o que é osteoporose?

Nossa estrutura óssea se renova e ganha massa até os 20 anos, aproximadamente. Os osteoclastos e osteoblastos são as células envolvidas nessa renovação. Apesar de sofrerem desgaste por toda a vida, é a partir dos 40 anos que esse gasto é mais acelerado e a atenção precisa ser redobrada.

As células denominadas osteoclastos são responsáveis pela absorção de minerais e inserção em áreas já desgastadas. Os osteoblastos, por sua vez, fazem o trabalho de preenchimento de cavidade para produção de ossos novos. No caso, mais “conteúdo” para os ossos.

A regeneração é lenta, com cerca de 10% dos ossos sendo renovados a cada três meses. Graças a esse processo contínuo que os osso são reconstituídos quando ocorrem fraturas. Estima-se que a cada dez anos o esqueleto humano se renove completamente.

Conforme o tempo passa e a idade avança, a formação de novas células diminui e a absorção das antigas aumenta, o que acarreta na porosidade do tecido ósseo e, consequentemente, menor resistência. Em estágios menos avançados pode ser chamada de “osteopenia”. Se o quadro evoluir, torna-se um caso de osteoporose.

Agravamentos

As mulheres são as que mais sofrem com a doença devido a menopausa. Chamada de osteoporose pós-menopáusica, refere-se principalmente na diferença de graus de hormônios, já que eles são essenciais para ganhar massa óssea. O estrogênio ajuda muito na fixação do cálcio nos ossos.

Já nos homens é ao contrário: a testosterona demora para diminuir e isso acontece de forma gradual. Ela é essencial para o sexo masculino porque barra o desgaste ósseo.

Outros fatores de risco são o histórico familiar da doença, deficiência na produção de hormônio, alimentação deficiente de vitamina D e cálcio, medicamentos à base de cortisona e heparina, tabagismo, sedentarismo, doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas e certos tipos de câncer.

Prevenção e tratamento

A prevenção precisa acontecer desde a fase da infância. A ingestão de alimentos ricos em cálcio como leite, queijos e iogurtes precisa ser incentivada, assim como os banhos de sol para que a vitamina D ajude a fixação do sal mineral no tecido ósseo.

Exercícios físicos também são de suma importância. Ao fazê-los, exercita-se os músculos. Conforma há essa fortificação os ossos, consequentemente, também se fortificam, por estarem diretamente ligados aos tecidos musculares. Também melhora-se o equilíbrio devido ao efeito protetor no tônus, dificultando as quedas.

Também é recomendada a ingestão de suplementos a base de vitamina D para maior fixação do cálcio no osso

Em último caso, quando houver de fato o diagnóstico da doença, será determinado o que a provocou para que o tratamento seja adequado. Alguns deles são: tratamento hormonal, bifosfanatos, modeladores de receptores de estrogênio e a calcitonina.

Tratamento da dor

A dor geralmente é consequência de uma fratura. Dependendo do local só é possível tratar com analgésicos e calor – como bolsas de água quente. Dores crônicas podem ser evitadas com exercícios físicos regulares.

 

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