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Dieta dos micronutrientes para a prática do esporte

Postado por: | 12/04/16 - às 12:00

Quando falamos sobre crossfit, umas das principais abordagens e preocupação é o correto aporte dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos). Não há dúvida na ciência […]

Quando falamos sobre crossfit, umas das principais abordagens e preocupação é o correto aporte dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos). Não há dúvida na ciência quando afirmamos que a inadequada oferta de macronutrientes pode levar à redução da performance, catabolismo muscular, lesões e queda na resposta imunológica.

Assim, quando se trata de o crossfit, devemos aumentar o cuidado em corrigir as possíveis deficiências, pois, sendo uma atividade de alta intensidade, a espoliação desses micronutrientes se torna mais intensa.

Vejamos alguns micronutrientes e sua interação com a prática esportiva:

O ZINCO é de extrema importância para o metabolismo e a ciência descreve a sua participação em inúmeras enzimas essenciais para o correto funcionamento do organismo. No entanto, sua produção é fundamental para que o organismo gere uma resposta adaptativa e estimule a produção de enzimas antioxidantes. Além disso, o zinco tem participação na estabilidade de receptores dos hormônios sexuais, bem como na manutenção de níveis adequados de proteínas transportadoras. Um dado interessante é que, em exercícios que provocam sudorese elevada, como observado em treinos de crossfit, observa-se uma redução do zinco presente no sangue.

Ainda com o objetivo de modular a resposta adaptativa perante os radicais livres, o SÊLENIO também tem grande importância. Outra função de grande relevância é a sua participação no metabolismo tireoidiano. Desta forma, níveis adequados de selênio respondem por um metabolismo energético mais eficiente, ou seja, otimizam a

captação de substratos energéticos (carboidratos, proteínas e lipídeos) para serem transformados em energia pelo corpo.

O MAGNÉSIO, assim como outros minerais, participa de inúmeras funções no organismo. Estudos demonstram que níveis adequados de magnésio estão correlacionados com concentrações adequadas de testosterona e menor incidência de cãibras.

Já o CROMO tem a função de otimizar o metabolismo de absorção da glicose pela célula para ser metabolizada e transformada em energia. Estudos sugerem que o picolinato de cromo possa exercer uma ação positiva na melhora da composição corporal, promovendo o ganho de massa magra e redução de gordura, porém há controvérsia a essa conclusão em outros estudos.

É evidente a complexidade do organismo e sua interação com os nutrientes, reforça ainda mais a presença de um profissional de nutrição agindo de forma eficiente na otimização do desempenho de atletas profissionais ou desportistas.

Fonte: http://www.nutricaoesportivabrasil.com.br

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